Artigos da categoria Economia
jan
28

Petrobras divulga balanço do 3º trimestre sem perdas com corrupção

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A Petrobrás divulgou na madrugada desta quarta-feira seu balanço financeiro do terceiro trimestre do ano passado sem incluir as perdas contábeis referentes a desvios por corrupção no âmbito da Operação Lava-Jato.

“Concluímos ser impraticável a exata quantificação destes valores indevidamente reconhecidos, dado que os pagamentos foram efetuados por fornecedores externos e não podem ser rastreados nos registros contábeis da companhia”, diz texto assinado pela presidente da Petrobras, Graça Foster.

“A divulgação das demonstrações contábeis não revisadas pelos auditores independentes do terceiro trimestre de 2014 tem o objetivo de atender obrigações da companhia em contratos de dívida e facultar o acesso às informações aos seus públicos de interesse, cumprindo com o dever de informar ao mercado e agindo com transparência com relação aos eventos recentes que vieram a público no âmbito da Operação Lava-Jato”, diz o comunicado divulgado pela estatal.

“A companhia entende que será necessário realizar ajustes nas demonstrações contábeis para a correção dos valores dos ativos imobilizados que foram impactados por valores relacionados aos atos ilícitos perpetrados por empresas fornecedoras, agentes políticos, funcionários da Petrobras e outras pessoas no âmbito da Operação Lava-Jato”, acrescenta a nota.

“Com objetivo de divulgar as demonstrações contábeis do terceiro trimestre de 2014 revisadas pelos auditores independentes, a companhia está avaliando outras metodologias que atendam às exigências dos órgãos reguladores (CVM e SEC)”, afirma o texto.

A decisão de publicar o balanço sem as perdas contábeis, foi tomada na terça-feira após reunião do Conselho de Administração, que foi presidida pelo ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, e durou mais de sete horas. A estatal já havia adiado a publicação de seu balanço por duas vezes.

O valor de baixas contábeis é referente ao que foi pago em propinas a ex-funcionários da Petrobras, entre eles Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento. A Petrobras usou como base os depoimentos feitos durante a delação premiada à Justiça Federal de ex-funcionários da estatal e executivos do setor envolvidos no esquema de corrupção no âmbito da Operação Lava-Jato, da Polícia Federal (PF).

No fim de dezembro, a Petrobras também proibiu a contratação de 23 empresas envolvidas em supostos esquemas de cartel para a obtenção de contratos na estatal.

jan
26

Receita libera esta semana consulta a lote do IR retido na malha fina

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A consulta ao primeiro lote residual de restituições do Imposto de Renda Pessoa Física 2014 liberadas da malha fina será divulgada esta semana, conforme informações da Receita Federal. Os valores, normalmente pagos a cada dia 15, desta vez serão liberados até o fim de janeiro. O montante do lote depende das disponibilidades do Tesouro Nacional, que corrige o dinheiro pela taxa básica de juros (Selic).

Anualmente, a Receita libera sete lotes regulares de restituições – o primeiro em junho e o último em dezembro. Nos meses seguintes, à medida que as declarações retidas em malha são corrigidas pelos contribuintes, são liberados os lotes residuais, normalmente a partir de janeiro.

Em dezembro, a Receita Federal informou que 937.939 declarações estavam retidas em malha. São 740.760 com imposto a restituir, 174.301 com imposto a pagar e 22.878 sem imposto a pagar ou a restituir.

Os contribuintes nesta situação devem acessar o extrato da declaração para identificar os motivos que o levaram à malha fina e fazer as devidas correções para ter a situação resolvida. O documento fica disponível no e-CAC (Centro Virtual de Atendimento).

jan
26

Projeção para inflação em 2015 dispara e de expansão do PIB despenca

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A projeção de economistas de instituições financeiras para a inflação neste ano disparou para praticamente 7 por cento após o anúncio de aumentos de impostos ao mesmo tempo em que a estimativa de crescimento da economia despencou, mas a projeção para a Selic ao final de 2015 permaneceu inalterada.

De acordo com a pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira, a projeção para a alta do IPCA em 2015 foi elevada pela quarta semana seguida, a 6,99 por cento, contra 6,67 por cento anteriormente.

A última vez que a inflação oficial brasileira ficou acima de 7 por cento foi em 2004, quando o IPCA subiu 7,60 por cento. A meta oficial é de 4,5 por cento, com margem de 2 pontos percentuais.

A forte revisão da projeção no Focus aconteceu depois que o governo anunciou pacote de aumento de impostos, com destaque para tributos sobre combustíveis, como parte da investida do governo para colocar as contas públicas em ordem.

A alta dos preços administrados é uma das maiores fontes de pressão neste ano, e a estimativa subiu para 8,70 por cento, alta de 0,5 ponto percentual sobre a semana anterior.

O IPCA-15, prévia da inflação oficial, acelerou a alta a 0,89 por cento em janeiro, maior nível em quase quatro anos, como resultado dos preços de alimentos e tarifas públicas, acumulando alta de 6,69 por cento em 12 meses.

Para o final 2016, entretanto, a perspectiva para o IPCA no Focus foi reduzida em 0,1 ponto percentual, a 5,6 por cento.

Em relação ao crescimento do Produto Interno Bruto, para 2015 a estimativa despencou a 0,13 por cento, contra 0,38 por cento no levantamento anterior, quarta semana seguida de redução. A economia deve melhorar em 2016 na visão dos especialistas consultados, mas a projeção foi reduzida em 0,26 ponto percentual, a 1,54 por cento.

jan
25

Juros para o consumidor chegarão a 109,5% ao ano em 2015

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A taxa média de juros para pessoa física pode subir até 1,31% em 2015, passando de 108,08% para 109,5% ao ano, segundo estimativas da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

O cálculo foi feito levando em conta a expectativa do mercado de que a Selic, taxa básica de juros da economia, chegará a 12,5% até o fim do ano. Segundo a Anefac, o efeito nas operações de crédito é “muito pequeno” porque há um “deslocamento grande” entre a Selic e as taxas de juros cobradas dos consumidores.

As projeções da entidade também incluem os juros do comércio, do cartão de crédito, do cheque especial, do financiamento de veículos na modalidade Crédito Direto ao Consumidor (CDC), do empréstimo pessoal via bancos e do empréstimo pessoal via financeiras. A previsão da Anefac é que, destes, o maior crescimento das taxas de juros se dará na compra de veículos.

De acordo com a estimativa da associação, com a Selic a 12,25%, os juros anuais para financiar veículos devem subir de 24,46% para 25,05% ao ano, ficando 2,4% mais caros. Se a taxa Selic alcançar o patamar de 12,5%, os juros anuais para comprar carro na modalidade CDC chegam a 25,34% ao ano, um aumento de 3,61% frente aos praticados com a taxa básica a 11,75% ao ano.

Já os juros do cartão de crédito, que são os mais caros do mercado, sofrem o menor ajuste segundo as projeções da Anefac. De 258,26% ao ano, com a Selic a 11,75%, eles iriam para 259,81% ao ano com a taxa básica adotada na semana passada – aumento de 0,6%. Caso a Selic atinja 12,5% ao ano, os juros do cartão de crédito ficariam em 260,58% anuais, com crescimento de 0,9%.

O diretor-executivo da Anefac, Miguel Ribeiro de Oliveira, explica que o repasse da elevação da taxa Selic ao consumidor pelas instituições financeiras geralmente é imediato.

“A taxa de juros sobe, aumenta o custo de captação dos bancos e eles repassam. O efeito sobre a demanda e a queda da inflação é que demora”, comenta. De acordo com o BC, o aumento da taxa leva cerca de seis meses para surtir os efeitos desejados, de desaceleração do consumo e recuo da inflação.

jan
24

Preço médio da gasolina será de R$ 2,905 a R$ 3,496

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O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) divulgou no “Diário Oficial” da União desta sexta-feira (23), os novos preços de referência de combustíveis como gasolina, etanol e diesel nos 26 Estados e no Distrito Federal. Os preços, que são apenas referência, e não obrigatórios para os postos, passam a valer em 1º de fevereiro.

A nova tabela é divulgada quatro dias depois que o governo aumentou impostos incidentes sobre os combustíveis. Na segunda-feira (19), o novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, anunciou a elevação do Pis/Cofins e a retomada da Cide, ambos encargos que recaem sobre combustíveis, o que causou elevação nos preços.

São Paulo tem o menor valor de referência da gasolina (R$ 2,905) e do etanol (R$ 1,914). O Acre tem a gasolina (R$ 3,4962) e o etanol (R$ 2,9802) mais caros.

Outros exemplos: no Rio de Janeiro, o preço de referência do litro da gasolina é R$ 3,265, e o do etanol, R$ 2,556. No Paraná, a gasolina custa R$ 3,05, e o etanol, R$ 2,10.

Esses preços não são necessariamente os cobrados do consumidor na bomba de gasolina. Servem de base para o recolhimento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) feito pelas refinarias. O nome oficial é preço médio ponderado ao consumidor final.

 

 

 

 

Além da gasolina, a tabela  traz preços de referência para outros combustíveis, como querosene da aviação, etanol, gás natural veicular (GNV), gás natural industrial, óleo combustível, diesel e gás de cozinha.

jan
22

Banco Central eleva taxa básica de juros

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O Banco Central decidiu elevar a taxa básica de juros (Selic) de 11,75% para 12,25%, na reunião que terminou na noite desta quarta-feira (21).

A preocupação com os atuais indicadores da inflação, que devem ser impactados com as novas medidas de ajustes fiscais anunciadas no começo desta semana pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, deve ter sido o principal motivo para a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária), de acordo com a Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).

Com a elevação de 0,50 ponto percentual, os juros ao consumidor atingiram 109,02% ao ano, contra 108,08% na taxa passada. Isso significa que, a partir de agora, você pagará mais caro no financiamento, cartão de crédito, cheque especial e no empréstimo pessoal. Para tomar como exemplo, um consumidor que utiliza R$ 3.000 por mês no cartão de crédito pagará ao final do ano R$ 337,80 apenas de juros.

jan
21

Gasolina pode subir mais de 8% com alta de tributo

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O aumento de impostos sobre a gasolina e o diesel vai chegar ao consumidor. Até o preço do etanol, beneficiado pela medida, deve subir. A Petrobras avisou que vai repassar a alta de PIS/Cofins e o retorno da Cide para o preço de venda nas refinarias.
A partir daí, haverá um efeito cascata: as distribuidoras vão elevar seus preços e os postos repassarão essa alta ao consumidor. Na bomba, o mercado estima que a gasolina deva subir entre 7% e 8%.

Mas, para José Alberto Gouveia, presidente do Sincopetro (sindicado dos postos do Estado de São Paulo), a gasolina deve ficar ainda mais cara ao consumidor, pois a base de cálculo para a cobrança de ICMS também muda.

Segundo ele, o ICMS é recolhido nas refinarias e tem como base um preço médio estipulado pelo governo estadual. No caso de São Paulo, o valor é de R$ 2,899 por litro de gasolina atualmente. ”Ainda não sabemos para quanto vai esse valor de referência, mas certamente vai aumentar. O preço final não vai subir apenas R$ 0,22.”. Com o preço da gasolina em alta, a demanda por etanol deve aumentar, o que também pode empurrar os seus preços para cima.

jan
16

Exportações do Rio Grande do Norte crescem 6% em dezembro de 2014

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As exportações do Rio Grande do Norte tiveram um crescimento de 6,1%, em dezembro de 2014, comparadas com o desempenho do mesmo mês em 2013. Com base nos números acumulados de janeiro a dezembro de 2014, a expansão foi 1,4% superior à registrada nos 12 meses do ano anterior.

Entre os produtos da pauta de exportação, tiveram crescimentos expressivos tecidos de algodão (126%, em 2014 na comparação com o ano anterior), sal (199%, 2014 em relação a 2013) e chapas plásticas (40%, no ano passado em comparação com 2013). O sal apresentou em 2014 o maior valor já registrado em suas exportações em um ano e 797,9 mil toneladas. As exportações de minérios de tungstênio também tiveram um crescimento significativo, com uma expansão anual de 95%. Os principais destinos das exportações potiguares são a União Europeia, Holanda, Espanha, Reino Unido, Alemanha, Itália, Portugal e França.

Os números foram sistematizados pelo Centro Internacional de Negócio da FIERN. O levantamento constatou também que as importações do estado cresceram 19,5% em 2014, lideradas pelo trigo, fornos e outros equipamentos para a indústria do cimento, geradores eólicos, entre outros ativos e insumos de produção predominantes nas nossas importações. O comércio cresceu 9,9% e o saldo comercial ficou negativo em  US$ 62,3 milhões. Os dados mostram também que as exportações de dezembro foram 4,9% menores que as de novembro do mesmo ano.

jan
14

IBGE: Vendas no varejo brasileiro sobem 0,9%

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As vendas no varejo brasileiro subiram 0,9 por cento em novembro na comparação com outubro e avançaram 1 por cento sobre um ano antes, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira, em resultados melhores do que o esperado.

A expectativa em pesquisa da Reuters era de que as vendas teriam avanço de 0,2 por cento em novembro na comparação mensal, segundo a mediana de 27 projeções que foram de queda de 1,3 por cento a alta de 0,7 por cento.

Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a expectativa era de recuo de 0,35 por cento na mediana de 24 projeções, que variaram de queda de 2,3 por cento a avanço de 0,8 por cento.

jan
14

Inflação da terceira idade sobe 6,62% em 2014, mostra FGV

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O Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i), que mede a variação da cesta de consumo de famílias majoritariamente compostas por indivíduos com mais de 60 anos, acumulou alta de 6,62% em 2014, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Em 2013, a inflação para essa parcela da população tinha subido 5,48%. A variação do indicador ficou abaixo da taxa acumulada pelo IPC-BR, que mede a inflação das famílias em geral e que foi de 6,87% no mesmo período.

jan
13

Economia: Juros do cartão de crédito bate recorde

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Os juros do cartão de crédito encerraram 2014 no maior patamar em 15 anos. Segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças), as taxas atingiram 258,26% ao ano (11,22% ao mês), superior aos 246,08% de novembro do ano passado. Em julho de 1999, os juros para a modalidade de crédito eram 278,88% ao ano. 

Todas as seis linhas de crédito pesquisadas pela associação registraram alta no último mês do ano passado. A média geral dos juros para pessoa física teve elevação de 0,16 ponto percentual em dezembro. Com o aumento, a taxa média ficou em 6,30% ao mês (108,16%) ao ano, maior índice desde março de 2012.

jan
11

Primeiro repasse do FPM de 2015 vem 28% menor comparando com ano passado

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O primeiro repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) do ano será R$ 2.198.956.058,50. O montante, a ser partilhado entre as prefeituras, considera o porcentual destinado ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (Fundeb), pois sem esse desconto o recurso chega a R$ 2.748.695.073,13.

De acordo com a Confederação Nacional de Municípios (CNM), o primeiro decêndio do FPM, que entra nas contas das prefeituras nesta sexta-feira (09), é 28% menor que o primeiro repasse do FPM feito em dezembro de 2014, em valores brutos e nominais. Essa redução acompanha a série histórica do FPM – de dezembro para janeiro.

jan
8

Novo salário mínimo tem impacto de R$ 887 milhões na economia do RN

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O novo salário mínimo trará um incremento de renda de R$ 887 milhões na economia do Rio Grande do Norte. O cálculo é do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos (Dieese). O valor passou de R$ 724 para R$ 788 em 1º de janeiro deste ano.

O diretor técnico do Dieese, Melquisedec Moreira, detalha que pouco mais de 1 milhão de pessoas possuem o rendimento referenciado no salário mínimo, o que totaliza a renda extra de R$ 887 millhões.

Do valor total, R$ 478 milhões correspondem ao incremento na arrecadação tributária sobre o consumo. Moreira acrescenta que com o novo salário mínimo é possível comprar 2,88 cestas básicas em Natal.

jan
8

Poupança fecha 2014 com menor captação desde 2011

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O Banco Central (BC) informou ontem (7) que os brasileiros depositaram R$ 24,033 bilhões a mais do que retiraram da caderneta de poupança em 2014. A captação da poupança caiu 66,17% em relação ao saldo de 2013, quando fechou o ano em R$ 71,047 bilhões. A captação é a menor desde os R$ 14,186 bilhões contabilizados em 2011.

No mês de dezembro, a poupança ficou positiva em R$ 5,428 bilhões, ante R$ 11,201 bilhões em igual período de 2013. Apesar de positivo, o valor também é o menor para meses de dezembro desde 2011. No mês passado, os depósitos na caderneta somaram R$ 179,3 bilhões, enquanto os saques chegaram a R$ 173,8 bilhões.

O valor total nas contas ficou em R$ 662,7 bilhões em dezembro. O volume dos rendimentos creditados nas cadernetas dos investidores alcançou R$ 3,57 bilhões. Do estoque das cadernetas de poupança, R$ 522,3 bilhões pertencem ao Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos e R$ 140,3 bilhões à poupança rural.

jan
1

Conta de luz terá taxa extra a partir de 1º de janeiro

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A partir desta quinta-feira (1º), as contas de luz virão com uma cobrança extra como consequência do uso da energia das termelétricas, que é mais cara, pelas distribuidoras. A virada de ano marca a entrada em vigor do sistema de bandeiras tarifárias, que trará um custo adicional na tarifa de acordo com a necessidade do consumo dessa energia.

As usinas termelétricas são acionadas quando há alta no consumo e a energia gerada pelas hidrelétricas, mais barata, não é suficiente para abastecer todo o sistema. Em novembro, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o aumento do consumo foi de 2,3% em relação ao mesmo mês do ano passado.

No primeiro mês de cobrança, os consumidores receberão suas contas com a bandeira vermelha, o que significa um acréscimo de R$ 3 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Isso vale para os quatro subsistemas do Sistema Interligado Nacional (SIN). Estão excluídos apenas os Estados do Amazonas, Amapá e de Roraima.

Em janeiro, a cobrança será feita proporcionalmente ao dia de fechamento da fatura de cada cliente. Por exemplo, se uma conta de luz tem o fechamento previsto para o dia 10, será cobrado o valor correspondente à bandeira tarifária apenas sobre os 10 dias de janeiro, e os outros 20 dias referentes a dezembro virão com o valor normal.

dez
30

Economia: Impostômetro atinge R$ 1,8 trilhão e bate recorde

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O Impostômetro, painel instalado no centro de São Paulo e que apresenta o valor total de impostos pagos pelos brasileiros e destinados à União, aos estados e aos municípios, alcançou hoje R$ 1,8 trilhão. O total foi considerado um recorde, segundo a Associação Comercial de São Paulo, criadora do painel. “Esse número mostra que a arrecadação tributária cresceu, acompanhando o aumento da inflação em 2014″, disse Rogério Amato, presidente da associação.

Com o valor que foi arrecadado em impostos, informou a associação, seria possível adquirir mais de 66 milhões de carros populares ou 900 milhões de TVs Led e construir mais de 19 milhões quilômetros de redes de esgoto, 51 milhões de casas populares de 40 metros quadrados ou mais de 130 milhões de salas de aula equipadas.

De acordo com a associação, cada brasileiro pagou, até hoje, cerca de R$ 9 mil em tributos em 2014.

dez
30

Prefeitura paga servidores nesta terça e injeta 7 milhões em 15 dias na economia Caicoense

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Os servidores públicos da prefeitura de Caicó receberão nesta terça-feira (29) os vencimentos referentes ao mês de dezembro de 2014. A informação foi confirmada pela secretária de tributação em finanças, Marleide Carvalho, e ratificada pelo prefeito Roberto Germano. A folha de pagamento foi repassada nesta segunda-feira e amanhã os servidores já podem sacar o dinheiro até as 13h00.

“Disseram que a Prefeitura não ia pagar o décimo terceiro ai fomos lá e pagamos, no dia que o servidor colocou o dinheiro no bolso ai disseram, pagou o décimo terceiro mas não paga o mês de dezembro, e agora vamos pagar o mês de dezembro e fechar o ano pagando os 12 meses e mais o décimo terceiro em dia”. Disse o Prefeito Roberto Germano.

A folha de pagamento caicoense gira em torno de três milhões e meio de reais e com o acréscimo do décimo terceiro, a gestão municipal vai injetar na economia caicoense cerca de sete milhões de reais em menos de 15 dias na economia local.

“Cumprir com o pagamento dos nosso funcionários é o compromisso da nossa gestão e, com certeza, agora os servidores vão poder desfrutar dos seus vencimentos financeiros neste final de ano”, ratificou Roberto Germano.

dez
28

Economia: Vendas no Natal foram abaixo do esperado

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Os brasileiros decidiram colocar menos presentes debaixo da árvore de Natal em 2014. Dados divulgados na sexta-feira (26) por diversas instituições financeiras mostram uma queda histórica nas vendas, que foram as piores em uma década. Apesar do desânimo da economia, um setor pode celebrar sem medo neste fim de ano: o comércio eletrônico, cujas vendas cresceram 37% no período.

As vendas registraram queda de 1,7% no Brasil entre 18 e 24 de dezembro deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo a Serasa Experian. Foi o primeiro resultado negativo desde 2003.

Já de acordo com a SPC Brasil, que analisa as vendas a prazo na semana que antecede o Natal, o volume de negócios caiu 0,7% em relação ao ano passado. Foi o Natal mais fraco para o comércio varejista dos últimos cinco anos, segundo a SPC Brasil.

dez
27

Brasil pode ter racionamento de energia em 2015

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A previsão de que o volume de chuvas no chamado período úmido ficará próximo à média histórica afasta, mas não elimina o risco de racionamento ao longo de 2015. A atual situação dos reservatórios na região Sudeste, abaixo de 20% da capacidade de armazenagem, sugere que qualquer incidência de chuvas abaixo das expectativas obrigará o governo brasileiro a agir para garantir o abastecimento ao mercado.

Até o final de abril, quando termina o chamado período chuvoso, o nível dos reservatórios precisará ultrapassar o patamar de 30% da capacidade de armazenagem no Sudeste para garantir ao Brasil condições de superar o período seco. Ainda assim, são grandes as chances de, em dezembro de 2015, o tema racionamento estar em pauta e a preocupação com o nível de chuvas durante o período úmido ser realidade novamente.

Há, neste momento, indicação de que o volume de chuvas no período úmido ficará próximo à média histórica ou levemente abaixo desse patamar. Confirmada a projeção, o nível de água armazenada nos reservatórios subirá até abril, garantindo condições de abastecimento elétrico durante o período seco – entre maio e outubro.

dez
27

Alta de preços chegará até o feijão

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A área plantada com feijão no Brasil foi diminuindo nos últimos anos, à medida em que o preço ficava abaixo do custo. A primeira safra de 2015 deve ser a menor da história. As informações são da Correpar. O produtor responde, afirma o analista Marcelo Lüders, se referindo ao desinteresse pela cultura, motivado pelos baixos preços de venda que vinham sendo praticados até este fim de ano.

Segundo Lüders, os produtos de melhor qualidade estão sendo comercializados na faixa de R$ 170 a R$ 180 a saca. E o patamar dos R$ 200 já foi atingido neste mês de dezembro. A colheita, que normalmente começa em novembro, foi atrasada e só deve se intensificar entre janeiro e fevereiro de 2015, até março.

– Os preços saíram de R$ 50 a R$ 60, para R$ 200. Isso levava de três a quatro anos para acontecer, essa oscilação de preços. Mas como não tem estoque regulador, ocorre assim, num mesmo ano – explica. Para o início de 2015, Lüders aponta restrição de oferta, o que representará um período bom para quem estiver colhendo, mesmo com produtividade mediana em janeiro e fevereiro.

dez
27

Conta começa o ano 8,3% mais cara para o consumidor

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O aumento se deve ao fato de a Agência ter definido o sistema de bandeiras tarifárias para o setor. Assim, o acréscimo do valor corresponde a bandeira de cor vermelha. O modelo eleva automaticamente a conta de luz assim que o custo de produção da energia é considerado alto.

Há também as cores amarela e verde. Na amarela, o acréscimo é de R$ 1,50 e na verde o valor da energia não sofre alterações. O novo modelo é uma alternativa ao momento de baixo volume de água nos reservatórios que trabalham em função das hidrelétricas. Nesse sentido, as usinas térmicas foram acionadas, mas o custo de geração da energia se torna mais caro.

Com base no consumo médio de uma residência com quatro pessoas no Brasil é de 170 KWh por mês, caso em que a conta de luz subirá de R$ 60 para R$ 65, aproximadamente.

dez
22

Preço médio da gasolina tem alta no RN

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A gasolina no Rio Grande do Norte teve um aumento de dois centavos entre a segunda e a terceira semanas de dezembro, segundo levantamento da Agência Nacional de Petróleo realizado em 113 postos de revenda de Natal, Parnamirim, Mossoró, Caicó, Currais Novos e São José de Mipibu.

Com preço médio de R$ 3,100, o RN ocupa o 14° lugar no ranking nacional. No Nordeste é o terceiro colocado, perdendo para Ceará (R$ 3,173) e Bahia 3,105. A gasolina mais cara na semana é a de Currais Novos (R$ 3,137) e a mais barata a vendida em São José de Mipibu (R$ 2,977).

A gasolina mais barata é a do posto Ipiranga de Taborda, em São José (R$ 2,950); a mais cara em Natal, nos postos MBR Comercial, na Avenida das Fronteiras, Igapó, bandeira Alesat; S&P Comércio, em Nossa Senhora da Apresentação, bandeira branca; SP Comércio, Rua Fabrício Pedroza, Ponta Negra, todos a R$ 3,160.

Preços médios na bomba no RN

14 a 20 de dezembro de 2014

Gasolina…………. R$ 3,100

Etanol……………..R$ 2,665

Diesel……………..R$ 2,616

dez
22

Pela 1ª vez, economistas estimam inflação acima do teto da meta em 2015

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Economistas de instituições financeiras passaram a prever, pela primeira vez, que a inflação estourará o teto da meta oficial em 2015, com a piora das projeções tanto para o dólar quanto nos preços administrados, ao mesmo tempo em que passaram a ver crescimento econômico menor tanto neste ano quanto no próximo. De acordo com pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira (22), a projeção para a inflação (medida pelo IPCA) para 2015 subiu 0,04 ponto percentual, indo a 6,54%, enquanto que para este ano permaneceu em 6,38%.

O objetivo do governo é manter a inflação em 4,5% ao ano, com tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos –ou seja, variando entre 2,5% e 6,5%. A inflação tem rondado o teto da meta há meses. O IPCA-15, prévia do indicador oficial de inflação, acelerou a alta a 0,79% em dezembro, e encerrou o ano com alta de 6,46%.

dez
20

Financiamentos do BNDES passam a ter juros maiores

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As empresas que contraírem empréstimos e financiamentos no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) passam a pagar juros maiores. Passados dois anos, o Conselho Monetário Nacional (CMN), em reunião extraordinária, reajustou a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) para 5,5% ao ano. Desde janeiro de 2013, a taxa estava em 5% ao ano, no menor nível da história.

Originalmente, a decisão deveria ter saído ontem (18), na reunião mensal do órgão. A definição, no entanto, tinha sido adiada por causa das definições sobre a prorrogação do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), conjunto de linhas especiais do BNDES que financiam a compra de máquinas e equipamentos, exportações e investimentos em inovação por empresas.

A cada três meses, o CMN fixa o nível da taxa para o trimestre seguinte. O conselho é composto pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior, e pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

dez
19

Prévia da inflação mais que dobra em dezembro; carne salta 22% no ano

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A inflação medida pelo IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) mais que dobrou entre novembro e dezembro, subindo de 0,38% para 0,79% no período, informou nesta sexta-feira (19) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O IPCA-15 é considerado uma prévia da inflação oficial, medida pelo IPCA. Com isso, o indicador fecha o ano com alta de 6,46%, dentro do limite máximo da meta do governo.

O objetivo do governo é manter a inflação em 4,5% ao ano, com tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos –ou seja, variando entre 2,5% e 6,5%. No ano passado, a taxa tinha sido de 5,85%. O item que mais subiu no ano foi a carne: alta de preço de 22,22% em 2014.

dez
19

Quase 36% da renda dos Brasileiros segue para tributos

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A despeito das sucessivas desonerações promovidas pelo governo Dilma Rousseff, o peso dos tributos na economia nacional bateu o terceiro recorde consecutivo no ano passado. Impostos, taxas e contribuições cobrados por União, Estados e municípios consumiram R$ 1,742 trilhão, ou 35,95% da renda dos brasileiros, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (19) pela Receita Federal.

O aumento em relação ao ano anterior -quando a arrecadação atingiu 35,86% do Produto Interno Bruto- não chega a ser expressivo. O resultado, porém, vai na contramão da política econômica, que buscava um alívio na carga tributária do país, muito elevada para os padrões do mundo emergente.

Uma das explicações para a elevação é a manobra promovida pela administração petista para fechar as contas do Tesouro Nacional em 2013: a reabertura do programa de parcelamento de dívidas com o fisco.

dez
17

Segundo o presidente do Banco Central, inflação aumentará em 2015

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A inflação deve piorar no ano que vem, de acordo com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. Ele disse no Congresso Nacional que o pico de preços deve ocorrer no primeiro trimestre de 2015. A futura equipe econômica de Dilma Rousseff participa de encontros a portas fechadas com parlamentares.

dez
16

Após 9 anos, dólar fecha acima de R$ 2,70

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O dólar fechou em alta pelo quinto dia seguido nesta terça-feira (16), reagindo à intensa aversão ao risco nos mercados globais, após a forte alta dos juros da Rússia na noite passada se mostrar insuficiente para evitar o tombo do rublo e em meio à contínua  queda dos preços do petróleo.

A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 2,7355, em alta de 1,87%. Veja cotação. Na máxima do dia, chegou a  R$ 2,7614. O valor de fechamento desta terça é novamente o maior desde 2005 – máxima que a moeda vem atingindo nas últimas semanas. No dia 28 de março daquele ano, a divisa fechou a R$ 2,7385, de acordo com dados do Banco Central.

Nas últimas cinco sessões, o dólar acumulou valorização de 5,29%. O dólar vem pressionado pelo ambiente de incertezas internas e externas, com investidores preocupados principalmente com o futuro do programa de intervenções no câmbio do Banco Central brasileiro, e atentos à queda nos preços do petróleo.

dez
15

Receita deposita hoje pagamento do último lote de restituição do IR

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A Receita Federal deposita hoje o pagamento do sétimo e último lote de restituições do Imposto de Renda de 2014 (ano-base 2013). O pagamento é feito na agência bancária indicada pelo contribuinte ao fazer a declaração.

O valor da restituição é corrigido pela Selic (taxa básica de juros), mas, após cair na conta, não recebe nenhuma atualização. O lote inclui restituições de 1.427.609 contribuintes, totalizando mais de R$ 1,6 bilhão.

Para saber se teve a restituição liberada, o contribuinte pode acessar o site da Receita Federal (http://zip.net/bsn4Jn) ou ligar para o Receitafone, no número 146. A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá pedi-lo por meio da Internet.

dez
14

Após escândalos, Petrobras vale menos do que antes do pré-sal

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Refinaria Henrique Laje, da Petrobras, em São José dos Campos, interior de São Paulo

Abalada pelas investigações de corrupção e, mais recentemente, pela queda da cotação do petróleo, a Petrobras não para de sofrer os efeitos no preço de suas ações. Sua cotação afundou tanto que na sexta-feira passou a valer na Bolsa de Valores o mesmo que no primeiro ano do governo Lula, como se estivesse paralisada há 11 anos.

A estatal brasileira vale hoje menos do que antes do anúncio das descobertas do pré-sal. Para os investidores do mercado financeiro, é como se as reservas gigantes de petróleo, anunciadas em novembro de 2007, tivessem perdido todo o valor.

No auge da cotação da empresa, em 21 de maio de 2008, seu valor a preços de hoje, já considerando a inflação, era de R$ 737 bilhões. De lá para cá, queimou-se no mercado R$ 610 bilhões. Para se ter uma ideia da dinheirama, é como se a companhia tivesse perdido toda a produção anual de Portugal. Ou quatro vezes o Produto Interno Bruto (PIB) do Uruguai.

Toda essa perda não se deve apenas ao inferno astral do momento. As perdas começaram logo em 2008, por causa da crise financeira global. No ano passado, a Petrobras teve outra grande perda porque não pôde reajustar os preços da gasolina para não pressionar a inflação. Em 2014, a cotação estava começando a se recuperar, quando as notícias de corrupção atingiram a empresa. Foi assim que na sexta-feira a estatal passou a valer R$ 127 bilhões.

Os números já ajustados pela inflação foram compilados pela consultoria Economática, a pedido do Estado. Aplicar a inflação é importante porque traz o passado para os preços de hoje, como diz o gerente da consultoria, Einar Rivero. Dá o real poder de compra do dinheiro. “O dólar hoje está caro ou está barato? Eu digo que está barato porque vale R$ 2,60. Olhando o dólar de 2002 e aplicando a inflação do período eu teria de ter R$ 8,25 de hoje para comprar dólares. Está barato.”

No caso das ações da Petrobras, não há quem arrisque dizer se o papel está caro ou barato. São muitas as incertezas em relação à empresa, que ainda podem jogar os preços mais para baixo. Não se sabe, por exemplo, o impacto no balanço da companhia quando reconhecer – se reconhecer – as propinas pagas e denunciadas por ex-diretores. Nem sequer o balanço auditado do terceiro trimestre foi publicado e, se isso não for feito até 31 de janeiro, alguns bilhões em dívidas terão de ser pagos antecipadamente.

A empresa ainda enfrenta uma ação movida por acionistas minoritários que pedem indenizações milionárias na Justiça americana. Para complicar, os preços do petróleo estão em níveis que, no curto prazo, ajudam o caixa da companhia, mas se permanecerem por muito tempo na faixa dos US$ 60 podem inviabilizar investimentos – até mesmo no pré-sal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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